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ÈMÍ WÁ

Três meses de aprofundamento na Dança Intuitiva. Encontros semanais em ritmo lunar dedicado as Iabás, com rituais de cuidado, práticas de movimento, leituras e estudos a cerca da cosmopercepção iorubá sobre corpa-natureza e ancestralidade. Venha fazer parte de uma comunidade de afetos e aprendizados em torno da sabedoria africana e através do movimento.

NA LUA NOVA,

CULTUAR AS RAÍZES

NA LUA CRESCENTE,

DISSIPAR A NÉVOA

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NA LUA MINGUANTE,

TRANSMUTAR

NA LUA CHEIA,

NUTRIR E CELEBRAR

Esse é um convite para atravessar o atlântico negro sendo corpa-embarcação. Um mergulho mais profundo do que os outros, que desvela memórias e grafias ancestrais. A corpa é o mapa e a bússula. Ela é também a própria água imensa, por vezes calma e em todas as suas nuances até chegar a ser mar revolto. Mergulharemos para dentro de nós mesmas em busca do elo que conecta intuição, espírito, e natureza, em uma mesma casa. A dança é o bálsamo curativo que nos levará aos diferentes estados de Èmí, presença. A lua nossa companheira não nos deixará esquecer: somos cíclicas.

Diante do que temos vivido o autocuidado é algo essencial para que nossas corpas e espíritos sigam acreditando que independente de qualquer coisa a luz das nossas ancestrais, assim como nossas guias não nos abandonam. A lua nos brinda a memória cíclica e circular da terra. A sabedoria de que tudo é impermanente, e a certeza de que somos continuidade. Seguiremos plantando sementes de amor e dança diante de todos os fins. 

Essa é uma oportunidade de aprofundar o trabalho que Inaê Moreira, artista, mulher negra, e mãe, vem desenvolvendo há alguns anos com o projeto Dança Intuitiva, e também através do seu trabalho artístico de maneira autônoma. O provérbio Iorubá "Èmi kó ní kán. Èmi ní Egbe" – “Eu não sou uma, eu sou uma comunidade”, traduz bem o que a levou a manifestar esse convite. “A possibilidade de partilharmos de forma aprofundada as danças e os saberes que herdamos de nossas ancestrais africanas, e com isso, criar uma comunidade de estudo, movimento e celebração da nossa vitalidade, mesmo em tempos tão difíceis."

Os saberes Iorubás e sua imensa contribuição cultural são a fonte desse trabalho. As Iabás nos revelam como abraçar as nossas potências para seguir adiante. Juntas criaremos um mapa, que será como um diário de bordo e nos auxiliará no acompanhamento de todo o processos criativo vivido durante esses três ciclos completos da lua. Nesse espaço vamos nutrir a nossa criatividade praticando saúde, física e espiritual. 

“A cada lua dançaremos. Perto do chão e da terra fértil de Nanã, com a serpente cósmica de Ewá, dentro do ventre de Yemanjá, em mergulhos nas águas doces de Oxum, com a coragem e determinação de Iansã, evocando as espadas de Obá.”

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3 CICLOS LUNARES 

• 12 aulas ao vivo via zoom

• Convidadas especiais

• Meditações (áudios)

• Material de texto complementar sobre a cosmopercepção Iorubá

 

COMUNIDADE

• Fórum para trocar experiências

• Grupo no Telegram

ACESSO A TODO O CONTEÚDO POR
+30 DIAS APÓS O PROGRAMA
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CICLO 03

04, 11, 19 e 27 | 14h as 15:30

NOVEMBRO

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IANSÃ E OBÁ: 

Evocação das Espadas

Respiração do fogo 

Ilu para Iansã  

Evocação das espadas  

Dançar para transmutar 

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CICLO 02:

06, 13, 20 e 28 | 14h as 15:30

OUTUBRO

OXUM E YEMANJÁ:

As águas mantenedoras da vida

Banho de ervas 

Como mover nossas águas curativas? 

Memórias do mar/ Copo-embarcação 

A dança dos abebés 

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CICLO 01:

06, 13, 20 e 28 | 14h as 15:30

SETEMBRO

A TERRA FÉRTIL DE NANÃ

& A SERPENTE CÓSMICA DE EWÁ

Oferenda para nossas ancestrais 

Como dança o escuro?

Plantando sonhos na mata

 “Iyewá ohun òsó”, a feiticeira de todas as coisas 

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Convidada especial:

Mãe Celina de Xangô

(Rio de Janeiro - Brasil)

Yalorixá com 30 anos de iniciação no Candomblé e iniciada também no culto de Ifá, Gestora do Centro Cultural Pequena África e idealizadora e criadora do projeto “O Poder das Ervas”. Com o seu trabalho, a Yalorixá busca propagar os saberes de proteção, autocuidado e bem-estar, que são acessíveis e possíveis a todas e todos e possibilitar discussões de sustentabilidade e proteção ao meio ambiente.

@maecelinadexango

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Convidada especial:

Maria Chantal

(Angola-África)

Maria Chantal é natural de Luanda, Angola.​Pesquisadora autodidata do corpo feminino e ginecologia natural, Chantal ajuda mulheres a se conectarem com o seu ciclo menstrual de forma amorosa e simples. Desenvolveu em 2019 cursos para estimular a desmistificação do corpo e auto pesquisa, que teve participação de

mais de 100 pessoas.​

@eumariachantal
 

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Convidada especial:

Tieta Macau

(Maranhão-Brasil)

Artista transdisciplinar, filha da serpente, criadora de macumbarias cênicas e outras espirais.Tieta Macau é interessada em processos de criação, produção cênica afroreferenciada, poéticas populares e afrodiaspórica, historiografia da arte, escrita em dança entre outras encruzas.

@tietamacau

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